Belém encerra ciclo do 8ºCertForum

O Brasil tem 205 milhões de habitantes. Destes, 75 milhões possuem acesso à internet. São muitas pessoas navegando pela Rede sem, muitas vezes, estarem protegidas contra problemas, como invasões as suas máquinas e roubos de senhas e informações pessoais. Com isso, a certificação digital torna-se um eficaz instrumento de combate aos riscos do mundo virtual, e foi sobre ele a discussão no 8º CertForum, que aconteceu pela segunda vez em Belém, na última quinta-feira (18/11), no Hangar Centro de Convenções e Feiras da Amazônia.

“É importante regionalizar o CertForum, para que possamos otimizar, unificando o sistema e tornando a certificação digital uma ferramenta valiosa para todos”, pontuou o Diretor de Auditoria, Fiscalização e Normalização, Pedro Paulo Lemos Machado, durante as boas vindas aos participantes da 8ª edição do evento.Compondo a mesa inicial, ainda estiveram presentes o diretor da Prodepa, Cláudio Martins, e o superintendente do Banpará, Bruno Pantoja, que reforçaram a importância da parceria com o fórum para difundir a certificação digital pelo Estado.

Durante todo o dia, ampliaram-se questões relacionadas ao uso da certificação digital no país. Além dos palestrantes e convidados apresentarem os benefícios da desmaterialização dos processos que torna rotinas mais seguras e ágeis. O exemplo foi a primeira mesa intitulada “O Cenário do RIC e da Certificação Digital”, que foi composta pelo diretora do Instituto de Identificação Pedro Mello da Bahia, Iracilda Santos, pelo coordenador de operações do Instituto Nacional de Tecnologia da Informação – ITI, Luis Carlos Porto, e contou com a moderação do diretor da ABRID, Edson Rezende.Porto tratou da necessidade de ser te responsabilidade civil e criminal na internet, bem como saber com quem se está transacionando: “Desmaterializar, transformar tudo em meio digital é uma maneira de amenizar, pois com um registro, o usuário pode realizar diversas atividades sem perigo.”Sobre o RIC (Registro de Identificação Civil), Luis Carlos contou que será um cartão de bicarbonato com chip onde constarão os dados biográficos e biométricos de cada pessoa. “Irá facilitar muito. O projeto está em fase piloto, quando recolhemos os dados, eles são passados para o cadastro nacional do Ministério da Justiça que, por sua vez, irá gerar o número RIC. O cartão será produzido pela Casa da Moeda e distribuído pelo Instituto de Identificação responsável”.

A diretora Iracilda Santos explicou que, quando houver a implementação total do projeto RIC, cada Estado fará sua licitação entre as entidades certificadoras da ICP Brasil para que uma possa atuar junto ao Instituto de Identificação.Com informações da assessoria de comunicação da Abrid


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